Biblioteca Digital 3º Ciclo e Ensino Secundário
segunda-feira, 15 de março de 2021
Um livro, um filme
SINOPSE
Plano Nacional de Leitura
Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.
Trailer do filme
Semana da Leitura
“A ciência confirma que ler ficção torna-nos pessoas melhores.
Já todos sabíamos que ler faz bem à saúde. Ler, seja lá o que
for, o jornal, uma revista, um blogue ou um livro, estimula as ligações no
cérebro. Mas agora a ciência diz-nos que ler histórias de ficção traz ainda
outros benefícios – torna-nos mais empáticos, ou seja, mais conscientes dos
sentimentos das outras pessoas. Num estudo realizado em 2013 pela Universidade
de Emory, em que se examinaram os cérebros de leitores de ficção, concluiu-se
que estes mostravam mais atividade do que os cérebros daqueles que não liam.
Mais concretamente o córtex temporal esquerdo, a parte do cérebro responsável
pela compreensão da linguagem, apresentava maior conectividade. Os
investigadores descobriram também que estimulava uma parte do cérebro, na
região central, que faz com que consigamos «sentir na pele» quando nos imaginamos
a fazer uma jogada de futebol, por exemplo. Neste caso, o leitor consegue
«colocar-se na pele das personagens» e sentir a suas emoções. Deste modo, os
leitores de ficção podem ser amigos melhores, pois têm mais tendência a ter
consciência das emoções dos outros e sentir empatia. Um outro estudo, realizado
por dois psicólogos, aprofundou ainda mais esta questão, estabelecendo uma
diferença entre a leitura de ficção literária e de literatura popular. Encontre
mais informações sobre estes estudos e as suas conclusões neste artigo. O
melhor é começar a estabelecer na criança hábitos de leitura, bons hábitos de
leitura, logo quando ainda é pequena. Pelo menos assim sabemos que terá todas
as possibilidades de vir a tornar-se um adulto melhor.”
http://revistafabulas.com/2014/12/16/a-ciencia-confirma-que-ler-ficcao-torna-nos-pessoas-melhores/
Biblioteca Digital - 3º Ciclo e Ensino Secundário
Para festejar a Semana da Leitura 2021 as bibliotecas do nosso agrupamento lançam a Biblioteca Digital para o 3º ciclo e o Ensino Secundário.
AQUI podes encontrar um grande conjunto de obras de acesso livre, bem como um grande conjunto de sugestões culturais.
sexta-feira, 12 de março de 2021
Semana da Leitura 2021
Sobre a escritora…
Filipa Martins nasceu em
Lisboa, em 1983. É uma jornalista e escritora portuguesa. Recebeu o Prémio
Revelação, em 2004, na categoria de ficção, pela Associação Portuguesa de
Escritores, pelo seu livro Elogio do Passeio Público. O seu segundo romance,
Quanta Terra, foi publicado em 2009.
Outros livros da escritora:
Na memória dos Rouxinóis, Elogio do passeio público, Mustang branco.







